
Ter ou não ter decoro? Eis a questão
A evolução da humanidade é necessária para que essa mesma adapte-se ao meio em que vive, pois este meio também está em constante evolução. Porém essa evolução ocorre de diferentes formas e uma delas é a gíria, expressões lingüísticas utilizadas pela maioria dos jovens. “Tipo assim”, “Brow”, “cole”, “soltando pipa” são alguns modelos mais falados hoje em dia, mas agora uma nova gíria surge na “parada” esta está na boca dos “manos” do Senado.
Tornou-se moda, toda vez que há uma discussão dentro da “casa dos horrores”, entre dois ou mais senadores, o presidente da secessão permanece indiferente vendo o circo pegar fogo e então a gíria impera.
- Vossa Excelência, é minoria com complexo de maioria.
- Não me chame de Vossa Excelência, Vossa Excelência!
- E como o senhor quer que eu lhe chame. De Vossa “Semvergonhencia?”
Só então, o senador sentindo-se ofendidos em meio à todos aqueles ofensores resolve recorrer os presidente do senado:
- Senhor Presidente, onde está o decoro?!
- Deve estar no mesmo lugar onde o senhor perdeu a sua vergonha na cara. – grita um outro senador da oposição lá do fundo, obrigando que o outro, aquele que recorreu ao presidente, engula, dirija e faça o que quiser com a nova gíria.
Hoje basta um dos desavergonhados levantar a voz ou mexer com o dedo sujo no passado podre de um “colega” para este implorar misericórdia ao Santo Decoro, protetor dos fracos, porém ricos e nada oprimidos, como se o coitado do santo fosse capaz de limpar a fixa encardida desses “caras”.
Mas eu pergunto: ter ou não ter decoro? E eu mesmo respondo. Tê-lo ou não em pouco influenciará nos atos secretos, ou melhor, nos atos sem vergonha, ou melhor ainda, nos atos por baixo do pano. Acredito que usar a nova gíria possa ser também uma nova estratégia para tomar tempo no Senado enquanto os senadores deveriam estar discutindo sobre a sociedade e não jogando conversa fora tratando das passagens aeras, do aumento dos salários, dos empregados que não trabalham, das empresas fantasmas, da morte da bezerra.
O único que parece gostar dessa nova gíria é o Sarney, pois enquanto os “brothers” senadores a pronunciam mil vezes, mil e quinhentas vezes, os processos contra ele são arquivados, ele é esquecido por alguns momentos e pode empregar mais pessoas:
- Por que parou? Parou por quê? De novo, de novo! Bis, bis, porque eu ainda tenho que nomear meu outro genro, meu sobrinho, meu vizinho...
Tornou-se moda, toda vez que há uma discussão dentro da “casa dos horrores”, entre dois ou mais senadores, o presidente da secessão permanece indiferente vendo o circo pegar fogo e então a gíria impera.
- Vossa Excelência, é minoria com complexo de maioria.
- Não me chame de Vossa Excelência, Vossa Excelência!
- E como o senhor quer que eu lhe chame. De Vossa “Semvergonhencia?”
Só então, o senador sentindo-se ofendidos em meio à todos aqueles ofensores resolve recorrer os presidente do senado:
- Senhor Presidente, onde está o decoro?!
- Deve estar no mesmo lugar onde o senhor perdeu a sua vergonha na cara. – grita um outro senador da oposição lá do fundo, obrigando que o outro, aquele que recorreu ao presidente, engula, dirija e faça o que quiser com a nova gíria.
Hoje basta um dos desavergonhados levantar a voz ou mexer com o dedo sujo no passado podre de um “colega” para este implorar misericórdia ao Santo Decoro, protetor dos fracos, porém ricos e nada oprimidos, como se o coitado do santo fosse capaz de limpar a fixa encardida desses “caras”.
Mas eu pergunto: ter ou não ter decoro? E eu mesmo respondo. Tê-lo ou não em pouco influenciará nos atos secretos, ou melhor, nos atos sem vergonha, ou melhor ainda, nos atos por baixo do pano. Acredito que usar a nova gíria possa ser também uma nova estratégia para tomar tempo no Senado enquanto os senadores deveriam estar discutindo sobre a sociedade e não jogando conversa fora tratando das passagens aeras, do aumento dos salários, dos empregados que não trabalham, das empresas fantasmas, da morte da bezerra.
O único que parece gostar dessa nova gíria é o Sarney, pois enquanto os “brothers” senadores a pronunciam mil vezes, mil e quinhentas vezes, os processos contra ele são arquivados, ele é esquecido por alguns momentos e pode empregar mais pessoas:
- Por que parou? Parou por quê? De novo, de novo! Bis, bis, porque eu ainda tenho que nomear meu outro genro, meu sobrinho, meu vizinho...
Tiago Santos
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