
A chuva fina lava a janela,
Lembra-me a menina,
Aquela, a mais bela.
Que trazia nos olhos,
Fracas lágrimas,
Na face tão doce,
Um rio de lástimas.
Passos firmes,
Mas por dentro ternura,
Carente de afeto,
Só havia amargura.
Vi-la derramar,
Salgadas gotas,
Queria-lhe abraçar,
Sob as folhas soltas.
Que despencavam das árvores,
E inundavam a rua,
Por onde ela passava,
Ao brilho da lua.
O vento sobrava o seu rosto,
O vestido dançava,
Passo a passo em minha direção,
Lágrima a lágrima ela avançava.
Em mim os olhos desejavam-na,
Com tanto querer,
Com toda a alma.
Beija-la por apenas um instante,
Transforma a fração de segundo,
Em momento constante.
Dizer que a amava,
Sem sequer conhece-la,
Que estava apaixonado,
Por aquela triste estrela.
Vindo a mim lentamente,
Lábios e pensamentos estridentes,
Talvez fosse o frio,
Ter-la em meus braços resolveria,
Calor penetrante,
Só assim a teria.
Mas para o nada ela partiu,
A menina dos olhos tristes,
Onde a alegria se esvaiu.
Deixou-me a ver partir,
Debaixo daquela chuva,
Sob a qual me iludi.
Agora torna a chover,
Pela janela a lua vai aparecer,
As folhas ainda caem,
A menina deverá surgir,
E outra vez desejo ver.
Lembra-me a menina,
Aquela, a mais bela.
Que trazia nos olhos,
Fracas lágrimas,
Na face tão doce,
Um rio de lástimas.
Passos firmes,
Mas por dentro ternura,
Carente de afeto,
Só havia amargura.
Vi-la derramar,
Salgadas gotas,
Queria-lhe abraçar,
Sob as folhas soltas.
Que despencavam das árvores,
E inundavam a rua,
Por onde ela passava,
Ao brilho da lua.
O vento sobrava o seu rosto,
O vestido dançava,
Passo a passo em minha direção,
Lágrima a lágrima ela avançava.
Em mim os olhos desejavam-na,
Com tanto querer,
Com toda a alma.
Beija-la por apenas um instante,
Transforma a fração de segundo,
Em momento constante.
Dizer que a amava,
Sem sequer conhece-la,
Que estava apaixonado,
Por aquela triste estrela.
Vindo a mim lentamente,
Lábios e pensamentos estridentes,
Talvez fosse o frio,
Ter-la em meus braços resolveria,
Calor penetrante,
Só assim a teria.
Mas para o nada ela partiu,
A menina dos olhos tristes,
Onde a alegria se esvaiu.
Deixou-me a ver partir,
Debaixo daquela chuva,
Sob a qual me iludi.
Agora torna a chover,
Pela janela a lua vai aparecer,
As folhas ainda caem,
A menina deverá surgir,
E outra vez desejo ver.
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