Capítulo 01
O sol raiara deslumbrante e imponente no céu de brigadeiro na histórica Cidade de Roma. A leve brisa matinal fazia esvoaçar as penas das aves que pairavam. O ar puro e fresco dava vida à boa parte do lugar. Porém a tranqüilidade que apossava os céus esvaía-se na terra, onde uma frota de cinco carros negros brilhantes perseguiam uma Ferrari amarela que irrompia pelas apertadas ruas romanas, rasgando pneus no asfalto de paralelepípedos ainda pertencentes à antiguidade.
Um grupo de turistas que começava a sua visitação frente à Fontana di Trevi e jogavam suas moedas nas águas claras e calmas assustaram-se ao ouvir o urgir do motor da Ferrari que cortou a rua lateral à fonte fazendo com que muitos pedestres que caminhavam por ali jogarem-se contra o chão. Logo atrás do amarelo carro de corrida, os cinco carros negros aceleravam o mais rápido que podiam tentando acompanhá-lo em uma frenética e perigosa perseguição.
Alguns curiosos subiam nos tetos dos carros, parados em estacionamentos, para melhor acompanhar a louca corrida pela cidade. Emissoras de TV realizavam transmissões ao vivo para todo o mundo onde os telejornais iniciavam as suas rotinas com uma quente notícia vinda diretamente de Roma.
- “Acaba de ser escolhido o novo Papa.” – noticiara a repórter encarando uma câmera posicionada frente à Capela Sistina.
Neste momento um helicóptero, onde via-se as letras CNN, sobrevoou o teto da capela e tentou enquadrar no melhor ângulo a fumaça branca que saía da adornada chaminé.
A Praça São Pedro estava um verdadeiro pandemônio, centenas de fiéis lotavam cada centímetro reservado ao público. Muitos estavam alí movidos pela sua fé, outros tantos queriam apenas aparecer em um canal da TV. Furgões de emissoras procuravam posicionar suas câmeras nos melhores pontos para gravarem a primeira aparição do novo Papa.
O helicóptero da CNN voava baixo e captava as melhores imagens que nenhuma outra emissora conseguia captar, porém algo desviou a atenção de todas as câmeras e olhos que estavam ali na Praça São Pedro. A Ferrari amarela adentrou no vaticano com uma velocidade tremenda, avançou por dentro de um corredor de pessoas e seguiu em direção à Capela Sistina, seguido pelos outros carros negros.
- “Isso mesmo, uma perseguição segundos após o termino do Conclave. As portas da Capela Sistina ainda não foram abertas.” – um repórter anunciava nos estúdios da CNN em Nova York.
Àquela altura, todos os aparelhos televisores do mundo estavam acompanhado a perseguição dentro da Praça São Pedro. Finalmente a Ferrari parou queimando pneus frente à Capela Sistina. O helicóptero desceu o mais perto possível para enquadrar melhor o indivíduo que desceria do carro.
- Não se mova! – gritou um policial da Guarda Suíça, vestido em sua ridícula roupa criada por Michelangelo, apontando uma arma para a porta da Ferrari que começa a abrir.
Fazendo pouco caso do que o policial havia falado, o motorista desceu do seu caro carro de corrida e esperou que os outros automóveis se aproximarem. Então os carros pararam próximos a Ferrari. Do carro negro que liderava os outros desceu um homem e assim como o Guarda Suíço, apontou a arma para o homem em pé fechando a porta do carro amarelo.
- Levante as suas mãos, coloque-as em um lugar que eu possa vê-las. – disse o policial romano aproximando-se.
Os fiéis e os repórteres que cobriam o evento mais importante na Igreja estavam atônitos, pasmos com o que presenciavam.
- Abaixem essas armas! – falou o dono da Ferrari – O único criminoso aqui está dentro da Capela Sistina. – o homem apontou para a grandiosa construção as suas costas – O Papa que falecera não sofreu morte natural. Ele foi assassinado! – o homem berrou para os quatro cantos.
Um sonoro “Óh” percorreu toda a Praça São Pedro, chocando quem ali estava.
Um grupo de turistas que começava a sua visitação frente à Fontana di Trevi e jogavam suas moedas nas águas claras e calmas assustaram-se ao ouvir o urgir do motor da Ferrari que cortou a rua lateral à fonte fazendo com que muitos pedestres que caminhavam por ali jogarem-se contra o chão. Logo atrás do amarelo carro de corrida, os cinco carros negros aceleravam o mais rápido que podiam tentando acompanhá-lo em uma frenética e perigosa perseguição.
Alguns curiosos subiam nos tetos dos carros, parados em estacionamentos, para melhor acompanhar a louca corrida pela cidade. Emissoras de TV realizavam transmissões ao vivo para todo o mundo onde os telejornais iniciavam as suas rotinas com uma quente notícia vinda diretamente de Roma.
- “Acaba de ser escolhido o novo Papa.” – noticiara a repórter encarando uma câmera posicionada frente à Capela Sistina.
Neste momento um helicóptero, onde via-se as letras CNN, sobrevoou o teto da capela e tentou enquadrar no melhor ângulo a fumaça branca que saía da adornada chaminé.
A Praça São Pedro estava um verdadeiro pandemônio, centenas de fiéis lotavam cada centímetro reservado ao público. Muitos estavam alí movidos pela sua fé, outros tantos queriam apenas aparecer em um canal da TV. Furgões de emissoras procuravam posicionar suas câmeras nos melhores pontos para gravarem a primeira aparição do novo Papa.
O helicóptero da CNN voava baixo e captava as melhores imagens que nenhuma outra emissora conseguia captar, porém algo desviou a atenção de todas as câmeras e olhos que estavam ali na Praça São Pedro. A Ferrari amarela adentrou no vaticano com uma velocidade tremenda, avançou por dentro de um corredor de pessoas e seguiu em direção à Capela Sistina, seguido pelos outros carros negros.
- “Isso mesmo, uma perseguição segundos após o termino do Conclave. As portas da Capela Sistina ainda não foram abertas.” – um repórter anunciava nos estúdios da CNN em Nova York.
Àquela altura, todos os aparelhos televisores do mundo estavam acompanhado a perseguição dentro da Praça São Pedro. Finalmente a Ferrari parou queimando pneus frente à Capela Sistina. O helicóptero desceu o mais perto possível para enquadrar melhor o indivíduo que desceria do carro.
- Não se mova! – gritou um policial da Guarda Suíça, vestido em sua ridícula roupa criada por Michelangelo, apontando uma arma para a porta da Ferrari que começa a abrir.
Fazendo pouco caso do que o policial havia falado, o motorista desceu do seu caro carro de corrida e esperou que os outros automóveis se aproximarem. Então os carros pararam próximos a Ferrari. Do carro negro que liderava os outros desceu um homem e assim como o Guarda Suíço, apontou a arma para o homem em pé fechando a porta do carro amarelo.
- Levante as suas mãos, coloque-as em um lugar que eu possa vê-las. – disse o policial romano aproximando-se.
Os fiéis e os repórteres que cobriam o evento mais importante na Igreja estavam atônitos, pasmos com o que presenciavam.
- Abaixem essas armas! – falou o dono da Ferrari – O único criminoso aqui está dentro da Capela Sistina. – o homem apontou para a grandiosa construção as suas costas – O Papa que falecera não sofreu morte natural. Ele foi assassinado! – o homem berrou para os quatro cantos.
Um sonoro “Óh” percorreu toda a Praça São Pedro, chocando quem ali estava.
Continua...

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